quinta-feira, 27 de junho de 2013

Quando me perguntam se estou nervosa por ser mãe...

Paul and Linda McCartney com as filhas.

Não estou nervosa, nem preocupada, nem ansiosa por saber se vamos dar conta do recado ou não. Ou se serei uma boa mãe ou não. Ninguém sabe. Sei que não vou ser uma mãe perfeita. Sei  que vou errar. Muitas vezes. Sei que vou ter dúvidas. Muitas vezes. Sei que não vou saber o que fazer. Muitas vezes. Sei que não vai ser fácil. E isso tranquiliza-me. Sei que tenho a pessoa perfeita ao meu lado para me acompanhar nesta aventura. E isso tranquiliza-me. Sei que juntos vamos aprender. Sei que juntos vamos ultrapassar as dificuldades. Sei que juntos será mais fácil. Sei que não vamos ser perfeitos. Ninguém é. E isso tranquiliza-me. Sei que vamos sempre fazer o que acharmos que é o melhor para o nosso filho. E isso tranquiliza-me.

  • Coisas interessantes que tenho ouvido sobre maternidade, paternidade, educação e afins: isto e mais isto! Do programa de rádio do Professor Júlio Machado Vaz, O Amor é.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Nannarella

aqui tinha falado desta minha vontade insaciável de comer gelados, por isso este sábado fomos de peregrinação até ao mais recentes templo dos gelados Lisboetas. De seu nome Nannarella.
Depois de grande discussão entre amigos sobre quais os melhores gelados... Conclusão: Os que preferem os gelados fortes e cremosos tipo italiano escolhem os Nannarella ou os Haagen Daz. Os que preferem os sorvetes de fruta leves e frescos escolhem os do Santini.
O sítio é bem pequenino, ideal para pegar no gelado e ir passear, ou comprar uma caixa de 1Kg e levar para um jantar entre amigos. Segundo a Djibicou a Torta di Gelato (uma espécie de bolo com gelado no interior) é óptima. Quiçá num próximo jantar, malta?! Os preços parecem-me acertados (entre os 2€ e os 3€) para um produto de qualidade feito só com ingredientes naturais. E o miminho das natas, deixa-nos sempre de sorriso no canto da boca. Para mim o Cioccolate Pantagruel é divinal e o gelado de pêra Rocha fantástico (ainda se sente a textura da pêra, fantástico!).

Louis diz de sua justiça: "Para mim são sem sombra de dúvida os melhores dos independentes, com uma textura incomparável!! (Haagen Daz não vale, são bons mas é de fábrica) Para os corajosos, experimentem a toranja com gengibre, pouco doce mas super fresco, combina muito bem com o chocolate delicado e cremoso. Mas ainda falta provar muitos sabores… We'll be back!"

Experimentem!





Os donos sempre simpáticos...



A fila de Peregrinos à espera...


Todas as fotos são do Louis, a pré-mamã estava demasiado concentrada a comer o seu gelado!


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Amamentar ou não, eis a questão?


 by Louis Fleckenstein, c. 1900.


Há algum tempo, a minha prima que vive na terra das oportunidades do outro lado do Atlântico perguntava-me se iria amamentar. Quando lhe disse que gostaria de o fazer deu-me os parabéns. Estranhei, mas depois explicou-me que o “comum” por lá era o oposto e que ficava feliz por Portugal ser um país pro breast feeding. Em conversas com a família e amigos francófonos, fazem-me a mesma questão.
Em Portugal, penso que por educação e orientação, o comum é este tipo de pergunta nem se colocar. O “comum” é amamentar, por isso nem se pergunta. Pelo menos nunca me perguntaram. Eu também nunca me questionei. Vou ser mãe, tenho um peito a aumentar a olhos vistos e conhecendo toda a ciência por trás das virtudes do leite materno nem me parece que isto seja uma questão. Pelo menos para mim. Mas isto sou eu e é o meu corpo. E eu sou senhora e dona do meu corpo. Gostava de amamentar porque quero fazê-lo, porque considero que é o melhor para o meu filho. Não quero amamentar porque algo me obriga a isso ou porque sou forçada a fazê-lo. Ninguém manda no meu corpo. Isso seria uma violação dos meus direitos.
Comecei a pensar sobre isto quando li esta notícia no Público: “O Governo da Venezuela, liderado pelo Presidente Nicolás Maduro, quer tornar a amamentação obrigatória. A proposta de lei que apresentou à Assembleia Nacional e que começa a ser discutida na terça-feira visa incentivar as mulheres a darem o seu leite aos filhos e limita a publicidade a leites para bebés.”
O problema de tudo isto é a palavra obrigatória. Em vez de investirem num programa de educação e consciencialização para a importância do leite materno, obrigam. Apesar de achar que o ideal é amamentar, não posso concordar com o obrigar. É o ideal para mim, mas não tem de o ser para todas. A gravidez, o parto, e a maternidade em geral apesar de um processo natural é uma transformação brutal para o corpo de uma mulher e ninguém tem o direito de obrigar ninguém.
E quem não o fizer vai pagar uma multa ou vai preso?
Quando perguntei à minha prima o porquê de não amamentarem, disse-me que a maioria das amigas não o fazia porque não queria ter de assumir sozinha a responsabilidade da alimentação do bébé. Ou seja, na realidade queriam o apoio dos companheiros. É um argumento como outro qualquer. Vazio, na minha opinião, mas não é obrigando que se mudam mentalidades. É educando para os benefícios e para as virtudes.
Sei que estou a opinar e ainda nem cheguei a essa fase. Não faço ideia de como será. Sei apenas que não queria que ninguém tivesse direito de propriedade sobre o meu corpo, ou sobre a minha liberdade enquanto mãe e enquanto indivíduo.

sábado, 22 de junho de 2013

Bom fim-de-semana

O fim-de-semana começou a dormir até tarde nesta bela manhã de sábado. Quiçá a aproveitar os últimos dias de sossego matinal depois de uma semana para lá de cansativa. Com total cooperação do pequeno mini-moi que até ao momento dorme sossegadamente durante a noite e só começou com o seu kung-fu habitual depois de ouvir a minha voz.

Deixo-vos uma musica para este fim-de-semana de sol e calor, o primeiro de verão!



Comme Ci, Comme Ça
by Zaz

Ps. Esta música faz-me lembrar Les Triplettes de Belleville!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

I ♥ classics

Sabrinas

A foto e os pézinhos são meus!


O tempo não está nem para sandálias, nem para chinelos, nem para botins, nem para botas. E para quem apertar os sapatos se tornou num exercício de contorcionismo à la Cirque du Soleil, também não está para sapatilhas e sapatos. A melhor solução... As minhas adoradas sabrinas. Leves, práticas, confortáves e fáceis de calçar. Sempre lembrando as aulas de ballet que ficaram perdidas no tempo.


Encontrei estas Josefinas com uma história engraçada muito bonitinhas e Portuguesinhas.
Fiquei apaixonada e não consigo decidir de quais eu gosto mais!



No Facebook.

E vocês, o que acham?

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Back to the lab

(mas por pouco tempo)


Antes passar os dias a trabalhar em pé das 9 às 20h carregando uma barriga de quase 7 meses do que sentada a escrever a tese.
Mas é só a minha opinião.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Fresh Iron Boost

O Verão parece que ainda vai demorar mas o corpo já pede refeições mais leves e frescas. Apesar dos "malditos" suplementos de Ferro parece que estamos (eu e o pequeno mini-moi) com uma ligeira anemia. Acho que vai ser difícil a coisa melhorar com a alimentação, mas nada como reforçar ainda mais a dieta com alimentos ricos em Ferro. Pelo menos deixo de ouvir "o come isto e aquilo" da minha mãezinha.


Sopa de Coentros
2 Courgetes
2 Cenouras
1 Alho francês novo (que é o mesmo que muito pequenino)
1 Dente alho
1 Cebola pequena
1 Molho de coentros

Refogar primeiro o alho francês, a cebola e os talos dos coentros (tudo picado) num pouco de azeite. Em seguida adicionar todos os outros ingredientes com excepção do resto dos coentros e deixar a fritar por 5 minutos. Adicionar água (para poupar tempo coloco água a ferver) temperar com sal q.b., deixar levantar fervura e cozer por pelo menos 15 minutos. Triturar a sopa, adicionar o resto dos coentros e voltar a triturar. Provar, e se necessário voltar a adicionar mais coentros ou temperar.



Salada de Cous-cous com Agrião

Cous-cous previamente cozinhado
Agrião
Atum
Tomate
Queijo (feta, mozarella ou cheddar)
Coentros
Molho de Iogurte: 1 iogurte natural+1 dente de alho pequeno esmagado+ketchup q.b.+cominhos q.b. (opcional)

Nada mais fácil de fazer... Adicionar todos os ingredientes numa saladeira em proporções de acordo com o vosso gosto. Esta salada de cous-cous é uma receita recorrente chez moi, pois permite adicionar tudo o que a nossa imaginação permitir... Maçã, pêra, cajus, passas, pêra abacate, courgete salteada, etc, etc...

Enjoy!

Ps. Esta receita é especialmente dedicada à minha amiga Djibicou, uma receitinha de atum para poderes fazer chez toi.

Todas as fotos são da minha autoria embora com a máquina e um dedinho do Louis!

domingo, 16 de junho de 2013

ABC do bom esposo

Ou como convencer a esposa a usar a única televisão da casa para estrear 
um jogo novo "espectacular" na PS3.



sexta-feira, 14 de junho de 2013

Lingerie Sexy

Ou então não...

 


Nunca pensei que ser uma "sexy mama" era isto.
Por vezes, confesso que tenho de olhar duas vezes até me lembrar que:
"não, não é a minha avó que está a dormir cá em casa, é mesmo minha!".


Soutien: Women'Secret Matermity, talvez o único sítio com uma linha pré-mamã simples e gira. Cinta de Gravidez: Chicco, depois de algumas dúvidas sobre a utilidade desta coisa confesso que, no meu caso, é um alívio para as costas e sobretudo para o peso no baixo ventre.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Hamburgueria do Bairro

Parece que a moda das hamburguerias veio para ficar. Enquanto amantes de um bom hambúrguer andamos a fazer uma pequena ronda de degustação. Prometemos ir deixando algumas migalhas por aqui... E as reportagens fotográficas do Louis, porque os olhos também comem.
Este fim-de-semana foi a vez da Hamburgueria do Bairro. Depois de ter almoçado por lá com as meninas e de ter ouvido as queixas do chérie, finalmente levei-o a experimentar. 
O chérie diz de sua justiça: Sim senhor, grandes batatas, óptima maionese e hambúrgueres no ponto! Experimentei o Piri-piri, um sólido 17 em 20! Venham mais....
Eu que já experimentei o Caco e o Camone e fiquei muito satisfeita com as minhas escolhas, apesar da minha condição de grávida não me permitir comer o hambúrguer como eu gosto, mal passado. Gostei bastante e para quem só come batatas-fritas em restaurantes quando o rei faz anos, confesso que as batatinhas caseiras com oregãos são uma tentação. Uma boa relação preço qualidade (aproximadamente 16 euros por 2 pessoas) e um atendimento rápido. Ideal para quem como nós saiu tarde de casa para um almoço domingueiro.









Todas as fotos são do Louis!


terça-feira, 11 de junho de 2013

Primavera cinzenta

Foto do iphonezinho.

Apesar dos dias cinzentos, a Primavera despontou aqui em casa. Provando que no deserto da minha insensibilidade botânica também florescem belas flores. Resistentes, mas belas. Um sinal de esperança na minha já longa e desanimadora caminhada naquela que é a minha maratona intelectual. Hoje o dia amanheceu assim... Cinzento mas cheio de esperança.

Feito por moi!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Guardar memórias


Foto daqui!

Algo que anda na moda há algum tempo são as sessões fotográficas. Despedidas de solteiro. Baptizados. Casamentos. Recém-nascidos. Crianças. Famílias. Pré-mamã. Até viagens. Enfim, de tudo o que se possa imaginar. Este é o tipo de coisa que não funciona para mim que gosto de fotografias espontâneas, de cristalizar momentos únicos, naturais, íntimos e que me façam lembrar quem nelas se encontra exactamente como era. A minha foto preferida, não será a melhor foto do mundo mas é a minha foto preferida... É a foto em que a minha mãe está encostada ao meu avô, a rirem entre conversas e sem terem a mínima ideia que eu os estava a fotografar. Gosto de os recordar assim, a rir, gosto de recordar o calor daquele fim de tarde de inverno cheio de sol.
Também percebo que para quem não tem o mínimo jeito para tirar fotos, não seja fácil fugir ao lugar comum e que queiram ter fotos bonitas para recordar. Quando eu era pequena, e as máquinas digitais estavam longe do horizonte, todos os Natais eu e os meus cinco primos íamos com a minha avó até ao fotógrafo tirar a nossa foto de grupo. Durante um ano essa fotografia empurrava a do ano anterior para o fundo da estante e a minha avô enviava às amigas orgulhosa dos seus pequenos índios. A minha avó não sabia tirar fotografias mas queria preservar com ela a memória de nos ver crescer.
Agora, o que eu não percebo são os clichés. Aqui há algum tempo a minha boa amiga Menina dos lápis-de-cor chamou-me à atenção para as piroseiras que por aí andam. A maior parte das sessões que tenho visto são de um péssimo gosto, lugares comuns, cópias umas das outras onde apenas mudam os intervenientes. Acho que quem as faz não são fotógrafos, são pessoas com uma boa máquina e que não se preocupam em conhecer as pessoas para quem estão a trabalhar. Casais deitados no meio da relva em cima de um tapete felpudo ou que espreitam entre árvores. Crianças nuas em cima desses mesmos tapetes felpudos. (Não consigo perceber a obsessão pelos tapetes felpudos, pelos vistos são um must!) Casais nus ou semi-nus que abraçam uma barriga de 9 meses. E os resultados são... Enfim... Sem comentários. Claro que, também é uma questão de gosto pessoal. Eu estou grávida e nunca quis tirar fotos nua, não será porque estou grávida que o irei fazer por muito que queira recordar este momento. Mas bom... Isto é uma questão pessoal.
Obviamente também há fotógrafos a fazer um bom trabalho. Um exemplo disso é a fotografa de um blog que sigo assiduamente... O Pink SugarLand. Assim, percebo. As fotos são boas. A luz é fantástica. E mesmo os lugares comuns têm algo de pessoal. Tal como se quer.

sábado, 8 de junho de 2013

Curso de Preparação para o Parto II

Na foto Claudia Schiffer.

Uma das coisas que aprendemos no curso é que em média o trabalho de parto demora 12 horas. Das histórias que ouvi tinha ideia que podia levar muito tempo, mas temos sempre esperança que connosco seja diferente. Um atleta de alta competição leva em média 2 horas e pouco a correr a maratona. Ou seja, o trabalho de parto são várias maratonas. Sendo que, a altura de maior esforço físico é exactamente aquela posterior ao trabalho de parto, ou seja, o parto em si. Eu nunca fiz a meia-maratona, nem mesmo a mini-meia. Estar em boa forma física parece-me fundamental. Por isso, aqui por casa continuamos com a bicicleta diária. Mas como preparar-nos psicologicamente para o endurance mental?

- Enfermeira: E sabem quando devem ir para o Hospital? Quando as vossas contracções tiverem intervalos de 5 minutos, durarem 1 minuto e isto se mantiver durante 1 hora.
- O que eu pensei: E se chegar ao hospital nesse estado ainda posso levar epidural?
- O que outra pré-mamã ao meu lado perguntou: E é a partir desse momento que começam as 12 horas de trabalho de parto?
- Enfermeira: Sim, é só a partir daí.
- O que eu pensei: Aaaaah bom... Tenho mais que tempo para a epidural!
- O que o meu "chérie'zinho" pensou: E quem é que vai com os cães à rua nessas 12 horas?

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Curso de Preparação para o Parto I

Foto roubada do The Glow.

Esta semana tivemos a primeira aula do Curso de Preparação para o dia D. D de DOR. Ou P, de Parto. Passar duas horas a falar sobre o assunto não é coisa que me deixe minimamente entusiasmada, nem é a minha ideia para passar um bom fim de tarde. E a julgar pela quantidade de pontapés que o meu mini-moi me deu, também não está muito convencido ou entusiasmado com a ideia. Se é fundamental o curso? Fundamental não. Anos e anos passaram sem que as pessoas fizessem cursos. Crianças nasceram. Crianças se criaram. Mas se é algo que nos tranquiliza, é. Sem duvida. É uma preparação. É um modo de começarmos a pensar em coisas que ainda nem sequer nos tinham passado pela cabeça. Mais práticas. Menos práticas. Planearmos. É uma forma de ir afastando os medos enquanto vamos desvendando aos poucos o que para aí vem.
O desconhecido é o que me deixa apreensiva com a questão do parto. Não é a dor. É o facto de que por muito informado que se esteja sobre o assunto, ninguém saber como se irá passar. Toda a gente sabe o que é suposto acontecer mas ninguém sabe como será. É o desconhecido. E como é que nos podemos preparar para o desconhecido? Acho que é isso que eu espero aprender. Espero aprender a não temer esse dia, nem aquilo que não sei que se irá passar. Acredito que quanto mais informação tiver mais preparada estarei. E por fim, aceitar o desconhecido. Tranquilamente.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Oh please show me some mercy

Não sei se são desejos de grávida. Não sei se é aquele chamamento que se sente quando estamos a escrever a tese. Não sei qual dos dois. Mas sinto-o. Irresistível. Qual chocolate. Quais bolos. Gelados, isso sim. GELADOS! A minha tentação dos últimos meses...


Foto roubada de A Cup of Jo.

Os gelados estão para sempre ligados à memória do meu Pai. Não só por ser a sua sobremesa ou mesmo refeição de eleição, mas também porque sempre foram o meu bónus de menina-bem-comportada quando bem-comportada.

Hoje encontrei esta receita do meu eterno preferido - chocolate - e fiquei a babar...
Quem se atreve a experimentar?

terça-feira, 4 de junho de 2013

26 semanas

Na foto Cindy Crawford.

Percebo que se calhar é melhor levar a minha avó 
ao oftalmologista quando ela me diz:

- A barriga está mais pequenina, não está!?!

As avós sabem sempre fazer-nos sentir bem!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

2 de Junho, 1º mergulho do ano!






Nada como acordar sem despertador para um dia cheio de sol, quente e sem vento.
Ontem foi assim... Vestir o fato de banho e mergulhar... Delicioso. Nadar. Nadar. Nadar.
E que alívio para as costas desta grávida de 6 meses. Maravilhoso poder estar de novo de barriga para baixo sem o perigo de esmigalhar o meu pequenino mini-moi.
Por fim estendermo-nos ao sol e sentirmos a energia do sol a ensupar-nos a pele.
Passou um ano. E passou muita coisa. Já tinha saudades.
Hoje o despertador tocou para um dia também ele cheio de sol, mas o computador já está aberto e o pequeno-almoço já está tomado. Inspirar. Expirar. E ganhar balanço para trabalhar.

Boa semana para todos!

Ps. Adoro estes quadros da Samantha French e adorava ter um cá por casa.